Esta noite tive o sonho PERFEITO.
Nasci de novo.
quarta-feira, 28 de Outubro de 2009
terça-feira, 27 de Outubro de 2009
Sobre aquilo que é - e que sou...
Aqui estou eu, uma vez mais, envolta em sonho e fantasia.
Detesto aquilo que estou a sentir – esta ansiedade, este medo ou nostalgia, esta sensação de ter o estômago a tremer. Detesto ser assim: de repente, lembro-me de algo que foi, que é, que será, e deixo-me cair nesta espiral de emoções.
Hoje, lembrei-me de algo que é. Algo que, hoje e aqui, me deixa feliz. Algo que, para o futuro, não me deixa mais do que uma incógnita. Mas que me faz sorrir, sozinha, enquanto caminho pela rua.
E, embora deteste ser assim, gosto muito do que me está a acontecer. Dos olhos. Da pele. Do rosto - Numa palavra, do alguém que é o algo que é.
Detesto aquilo que estou a sentir – esta ansiedade, este medo ou nostalgia, esta sensação de ter o estômago a tremer. Detesto ser assim: de repente, lembro-me de algo que foi, que é, que será, e deixo-me cair nesta espiral de emoções.
Hoje, lembrei-me de algo que é. Algo que, hoje e aqui, me deixa feliz. Algo que, para o futuro, não me deixa mais do que uma incógnita. Mas que me faz sorrir, sozinha, enquanto caminho pela rua.
E, embora deteste ser assim, gosto muito do que me está a acontecer. Dos olhos. Da pele. Do rosto - Numa palavra, do alguém que é o algo que é.
segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
Mudaste tanto...
Esta noite sonhei contigo - diferente do que foste, diferente do que (julgo eu) és. Não gosto deste tipo de sonhos. O que por lá aconteceu não te interessa, mas deixou-me em ânsias. Faz tanto tempo que não te vejo… Não resisti.
Num dos arquivos do meu computador, fui de encontro às fotografias onde permaneces, dia após dia, imune ao tempo. E perguntei-me: terás ideia do quanto mudaste, de há meia dúzia de anos para cá?!~
Hoje, posso dizê-lo, és outra pessoa – sabes disso tão bem como eu. Para mim, sem dúvida alguma, perdeste o encanto; és, agora, mais simples, mais aberto, mais transparente. Tenho pena – davas muito mais quando te recusavas a falar, quando sorrias daquele jeito tão sincero…
Recordo com saudades esse tempo em que te conhecia, os momentos em que claramente te encontrava quando olhava para ti. Se nunca to disse, digo-to hoje.
***
Bateram à porta. Tenho que terminar.
Só quero que saibas que sim, eu sei – o tempo passa, as coisas mudam. Mas tu?! Tu não. Tu estavas tão perto da perfeição…
Se um dia te lembrares, e quiseres, volta a ser o que eras. E, nessa altura, por favor, não te esqueças – vem bater à minha porta…
Num dos arquivos do meu computador, fui de encontro às fotografias onde permaneces, dia após dia, imune ao tempo. E perguntei-me: terás ideia do quanto mudaste, de há meia dúzia de anos para cá?!~
Hoje, posso dizê-lo, és outra pessoa – sabes disso tão bem como eu. Para mim, sem dúvida alguma, perdeste o encanto; és, agora, mais simples, mais aberto, mais transparente. Tenho pena – davas muito mais quando te recusavas a falar, quando sorrias daquele jeito tão sincero…
Recordo com saudades esse tempo em que te conhecia, os momentos em que claramente te encontrava quando olhava para ti. Se nunca to disse, digo-to hoje.
***
Bateram à porta. Tenho que terminar.
Só quero que saibas que sim, eu sei – o tempo passa, as coisas mudam. Mas tu?! Tu não. Tu estavas tão perto da perfeição…
Se um dia te lembrares, e quiseres, volta a ser o que eras. E, nessa altura, por favor, não te esqueças – vem bater à minha porta…
quarta-feira, 16 de Setembro de 2009
Quando escrever é impossível
Hoje não sei o que escrever. E lembrei-me:
Se aquilo que tens para dizer não é mais importante que o silêncio, cala-te.
Enfim.
Hoje quero muito escrever, qualquer coisa, qualquer tema, qualquer sonho ou desabafo. E ainda assim nada me surge. Já percebi que hoje não é dia para escrever.
Honestamente, tenho medo. Sim, medo: medo do que pode acontecer se deixar o pensamento fluir ao ritmo das teclas do meu computador; medo de abrir em mim mais uma gaveta fechada, com cheiro a velho; medo, sobretudo, de não conseguir fechar, depois, essa gaveta.
Escrever obriga-me a sentir.
Sentir, às vezes, não me faz assim tão bem.
Se aquilo que tens para dizer não é mais importante que o silêncio, cala-te.
Enfim.
Hoje quero muito escrever, qualquer coisa, qualquer tema, qualquer sonho ou desabafo. E ainda assim nada me surge. Já percebi que hoje não é dia para escrever.
Honestamente, tenho medo. Sim, medo: medo do que pode acontecer se deixar o pensamento fluir ao ritmo das teclas do meu computador; medo de abrir em mim mais uma gaveta fechada, com cheiro a velho; medo, sobretudo, de não conseguir fechar, depois, essa gaveta.
Escrever obriga-me a sentir.
Sentir, às vezes, não me faz assim tão bem.
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